O exército no fulgor
Do navio parado 
Urge da sombra
Do batalhão perdido
Sem fel, com dor.
Quieto num oceano
Sem espera, com receio 
Corre sem fim
A apreciada vida num devaneio
Outrora apreciado sem engano.
E eis que recolhe 
Ao passado de marfim
E finda no futuro ingénuo 
Acabrunhado, esquecendo o jasmim
E o vento por fim o tolhe.

Rafaela Aleixo

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