Referências

Durante o processo de desenvolvimento da Zona Industrial, pesquisei diferentes olhares de outros realizadores sobre o quotidiano e trabalho fabril. O filme Daguerréotypes (1976) de Agnès Varda, bem como o filme Le chant du Styrène (1958) de Alain Resnais, foram boas referências.
Outras foram o filme The Spirit of 45’ (2013) de Ken Loach e o audiolivro Working com alguns excertos das entrevistas que integram o livro com o mesmo nome de Studs Terkel; Em Working, de subtítulo People Talk About What They Do All Day and How They Feel About What They Do, Studs investiga o significado do trabalho para diferentes pessoas em diferentes profissões nos Estados Unidos da América;
O livro Herland de Charlotte Perkins Gilman escrito em 1915 reflecte sobre o tema do papel de género numa sociedade utópica composta apenas por mulheres;
O audiolivro Creative Fire, da Dr. Clarissa Pinkola Estés, foi útil para pensar sobre o processo criativo e sobre as ideias preconcebidas que tinha sobre mim, os outros e o que faz um “bom” filme.

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During the filmmaking process, I researched different views from other directors on daily life and factory work. The films Daguerréotypes (1976) by Agnès Varda and Le chant du Styrène (1958) by Alain Resnais, were good references.
Other references include the film The Spirit of 45 ’(2013) by Ken Loach and the audiobook Working, with some excerpts from the interviews that are part of the book of the same name by Studs Terkel; In Working – People Talk About What They Do All Day and How They Feel About What They Do, Studs investigates the meaning of work for different people in different professions in the United States of America;
Charlotte Perkins Gilman’s Herland, a book written in 1915 reflects on the theme of gender roles in a utopian society composed only of women;
The audiobook Creative Fire, by Dr. Clarissa Pinkola Estés, was useful to think about the creative process and the preconceived ideas that I had about myself, about others and what makes a “good” film.

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  1. Gostava de agradecer a todas as pessoas com quem debati os filmes e que foram essenciais para o processo, especialmente:
    Ana Brotas e todes os que fizeram parte da Residência Ruínas, Carlos Fernandes, Flávio Delgado, Inês Duarte, Jorge Sá Gouveia, Margarida Leitão, Miguel Tairum, Nanci Cruz e a Next Move Arts, Renata Sancho, Sara Guimarães e Teresa Pereira.

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