É através do reinvestimento da força da nossa memória colectiva e de um corpo cuja dimensão mítico – poética tem o poder de resistir a uma instrumentalização das individualidades, que é possível re-situar o lugar do ser com a sua História e reinvocar uma experiência subjectiva: matérias iminentemente humanas, que são a via autêntica da nossa autonomia. Queremos substituir uma vertigem colectiva da abolição subjectiva* por uma vertigem colectiva interior e activa. * (Roland Gori, La dignité de penser, LLL, 2011)

No lugar da experiência radical da organicidade, da audácia dos nossos desejos e da iconografia das histórias e fantasmas, propomos uma vertigem colectiva. Uma certa calma. Um super poder.

Elizabete Francisca e Antonia Buresi, carta de intenções, 2012

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